A Geração Y e o relacionamento com clientes

Por Gustavo Rocha:

Olá a todos!

Recentemente tive um problema com a minha operadora de telefonia móvel e ao entrar em contato com o SAC, me decepcionei muito com a atendente que demonstrou total falta de capacidade e interesse em me ajudar. Dessa forma, após passar por um grande ciclo de esperas e transferência de chamadas, decidi fazer um contato com a Ouvidoria para registrar uma reclamação. Ao ser atendido na ouvidoria, uma pessoa muito bem educada e como pude perceber altamente capacitada, resolveu o meu problema em menos de 5 minutos.

Esse episódio me fez refletir sobre como muitos jovens entram no mercado de trabalho hoje sem o menor senso de respeito ao cliente. Digo isso pelo fato de que já tive um péssimo atendimento em vários lugares diferentes, tanto por pessoas jovens como por pessoas de mais idade.  E, surpreendentemente, costumo ser mais bem tratado por pessoas de mais idade, que provavelmente no curso de suas vidas tiveram menor acesso às informações que comprovem a necessidade e eficácia do relacionamento e fidelização do cliente.

É inaceitável que hoje em dia, com tantos estudos e teorias quanto à importância do CRM (Customer Relationship Management – Gestão de relacionamento com o cliente), os jovens que ingressam no mercado de trabalho continuem agindo desta maneira. De nada adianta uma ótima estrutura administrativa dentro de uma empresa, se o relacionamento comercial (tanto com clientes quanto com parceiros) é deficiente a ponto de trazer insatisfação aos seus interlocutores.

A Geração Y, por suas características, tem uma grande tendência a ser vista como arrogante.

A arrogância é uma questão de caráter, e os jovens precisam ser orientados por seus pais, desde crianças, que este é um dos piores defeitos que uma pessoa pode ter.

Cabe também às instituições de ensino reforçar a importância de qualidades simples como simpatia, bom trato e presteza ao próximo. Isso é importante para o nosso relacionamento interpessoal, seja no ambiente profissional, como no pessoal.

No meu dia-a-dia, tenho contato com diversos clientes e parceiros da empresa que trabalho, e são empresas de todos os portes.

Desde sempre aprendi a tratar as pessoas com cordialidade, a ouvi-las e respeitá-las. Em minha graduação (Logística), tive diversas matérias que tratavam de marketing e comunicação, mas ainda assim vejo que a realidade dos jovens hoje é pensar apenas no crescimento profissional e no salário no final do mês, e não em como desenvolver um bom nome no mercado através da prestação de serviços de qualidade.

O cliente nem sempre tem razão, mas o mercado depende, em sua essência, dos seus clientes. É dever de todos, independentemente da geração a qual estão inseridos, respeitar o próximo. Só assim prestaremos melhores serviços e, consequentemente, cresceremos pessoalmente e profissionalmente.

Um forte abraço e até a próxima!!!

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O Desafio da Espera

Por Francisco Albuquerque

O Desafio da Espera

Recentemente recebi um e-mail que continha a monografia desenvolvida pelos fundadores do Google na época que estudavam em Stanford.

Sabemos que as universidades são consideradas como berços para o nascimento de grandes idéias, e podemos afirmar que o Google é hoje uma das maiores referências tecnológicas no mundo.

Muitos já devem ter recebido aquele e-mail que mostra o ambiente de trabalho do Google, com locais de entretenimento onde os colaboradores podem jogar vídeo game ou sinuca no horário de trabalho, liberação para poder levar o seu cachorro para o escritório, roupas informais, horários flexíveis, enfim, diversas situações que são anormais no ambiente de trabalho da maioria das empresas.

Mas não é isso que eu quero discutir. Eu quero falar sobre a Geração Y e a sua ansiedade por resultados rápidos.

Digitei “Geração Y” no Google e em 0,25 segundos recebi 1.570.000 referências sobre o assunto. Muita coisa não?

Geração Y é hoje um dos principais assuntos estudado e discutido no meio acadêmico e executivo.

Essa geração parece estar incomodando além dos limites os seus antecessores, e por tal motivo já existem centenas de estudiosos desenvolvendo pesquisas e tentando determinar padrões para o perfil da Geração Y.

Discute-se que um dos maiores desafios está relacionado à impaciência dessa geração, pois eles esperam obter rapidamente resultados e reconhecimento de suas ações.

A exemplo do Google que em 0,25 segundos me deu a resposta que eu precisava, a Geração Y precisa entender que a dinâmica das organizações não é como os mecanismos tecnológicos existentes.

Já está claro que a Geração Y é muito dinâmica e utiliza de meios diversos para obter todo tipo de informação, mas o grande desafio dessa geração é entender que os resultados e reconhecimentos não virão na mesma velocidade que os resultados do Google.

A Geração Y se habituou a viver em um mundo bombardeado de informações, e as informações aparecem e percorrem a rede numa velocidade absurda (globalização das mídias sociais, jornais, etc).

Estou estudando para obter a certificação PMP para gerenciamento de projetos (área que atuo) e conversando com o instrutor do curso, comentei que em meu plano de carreira tenho a intenção de atuar com Gerenciamento de Programas e Portfólio, que são as áreas de estudos do PMI que tem uma relação mais próxima ao Planejamento Estratégico Empresarial. De forma objetiva ele me mostrou que essa impaciência que nós, membros da Geração Y temos em não aguardar o “time” certo de nossa formação e aplicação prática e experiencial, é um dos maiores desafios para o total gerenciamento de nossas carreiras.

Quantos de nós não temos em nossos planos de carreira, objetivos que esperamos que acontecessem em um determinado período de tempo, mas que acabam sendo influenciados pela dinâmica do ambiente externo?

Já que o contexto deste texto é exatamente sobre a espera, infelizmente, ou felizmente, ainda temos que aprender a aguardar o momento exato para chegar aos resultados que planejamos.

Mas como isso não é uma regra, algumas vezes o resultado pode vir mais rápido do que o planejado.

Este é o desafio da Geração Y, aprender a esperar.

Até mais…

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Estou desmotivado, e agora?

Por Gustavo Rocha

Olá a todos!

Recentemente em minhas pesquisas sobre a Geração Y, achei um tópico onde resolvi pesquisar mais a fundo e refletir sobre o assunto: motivação profissional. Afinal, a maioria das pesquisas destaca o que a Geração Y pode oferecer às empresas, mas poucas destacam o que as empresas podem oferecer à Geração Y.

Em um dos textos que li, escrito por Fabiani Stock, existe um trecho que diz que a Geração Y pertence ao mercado, e não às empresas. E isso faz muito sentido, pois a Geração Y anseia tanto por crescimento profissional aliado à qualidade de vida que as empresas devem se preocupar com o cenário que seus profissionais encontram no dia-a-dia.

Mas o que a Geração Y quer das empresas?

A Geração Y quer que as empresas sejam fontes agregadoras de conhecimento. Querem entrar em uma empresa, absorver o máximo de conhecimento possível e partir para um novo desafio, não necessariamente na mesma empresa.

A Geração Y encara o mercado de trabalho de uma maneira diferente: não busca o crescimento concomitante com a empresa, e busca sim um crescimento pessoal que, entre outras coisas, envolve o conhecimento profissional.

As empresas devem estar preparadas para receber esses novos profissionais e não devem achar que os mesmos não são comprometidos com o trabalho: estes jovens tem comprometimento com a evolução pessoal e profissional, e isso é possível atingindo os objetivos propostos no dia-a-dia. O maior comprometimento da Geração Y é com o conhecimento.

Enquanto as empresas não adequarem suas culturas a este tipo de profissional, correrão o risco de terem ótimos profissionais que se desmotivarão com grande facilidade e, consequentemente, não irão produzir tudo que são capazes e atingir os objetivos da empresa.

Um forte abraço e até  a próxima!

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Sr. Alberto, sua guitarra está ligada

Texto original no blog www.albertoleite.com.br

Em maio de 2009 minha banda (é amigos tenho uma banda) comemorou 15 anos de existência. Iniciamos na faculdade, como um projeto para nos deixar fora das salas de aula. Sim, nós matávamos aula. A banda reuniu inicialmente 3 malucos, que se juntaram a mais 2 e formaram a mais antiga banda brega que já se teve notícia neste país. Tocamos durante anos, e com muito afinco, os mais belos clássicos do brega brasileiro. Confesso que encontramos alguns internacionais, mas não tinham tanto apelo com o nosso público, formado por familiares, amigos e funcionários que tinham medo de perder seus empregos. Por este motivo nossos shows sempre atingiam a incrível marca de 30 espectadores.

Ocasiões muito especiais faziam o número crescer, então só fazíamos show nessas circunstâncias. A banda cresceu, comprou equipamentos e, de repente, tinha um público maior.

Em 2009, para comemorar os 15 anos, decidimos fazer um grande show. Algo para 2.000 pessoas. Se não as conhecêssemos, poderíamos contratar o público. Isso soou estranho, porque quem geralmente é contratada é a banda.

Em dezembro de 2008 começaram os preparativos. Fui procurar uma casa de show. Escolhemos o Citibank Hall, casa que nos acolheu com muito profissionalismo. Escolhemos uma organizadora, a Gisele Reder, que foi essencial para que o evento ocorresse sem nenhum ataque cardíaco dos integrantes. Fomos atrás de patrocínios. Várias empresas nos apoiaram, acreditando fielmente nas minhas lindas palavras e promessas de um grande espetáculo. Ensaiamos um repertório de casa grande. Clássicos como Sérgio Malandro, Dominó, Menudo e Xuxa entraram. Sidney Magal e Wando foram atrações à parte. Enfim, tudo corria bem.

No dia do show, 2.000 pessoas aplaudiam a entrada da banda. Nunca vi tanta gente gritando meu nome. Meus amigos entraram antes no palco, a entrada começava sem mim, eu era o último a entrar, meus amigos consideravam que se 50% da população ali presente era de minha base de dados, precisava entrar por último. Sentado no camarim com minha guitarra pendurada no pescoço, batendo os pés no chão de nervosismo, e vendo um corinthians e fluminense na televisão daquela linda sala ouvi alguém batendo na porta. Abro e sai um jovem olhando pra mim como se eu fosse um astro. Vejo atrás dele as luzes do palco piscando e meus amigos no palco, já na entrada da música me aguardando. As pessoas gritando e pulando. O som, alto como deveria ser. A magia quase é quebrada, mas aumenta com a voz do jovem dizendo:

- Sr. Alberto, é sua vez, sua guitarra já está ligada.

Saindo da frente e dando espaço para que eu subisse a pequena escada que levava ao palco, pensei: não há nada neste mundo como um sonho realizado. Pequeno ou grande, precisa de disciplina, de atenção, gente que sonhe junto. Precisa de luzes, som e platéia. O arrepio é seu, só seu. Depois disso é só ligar sua guitarra e arrepiar.

Créditos a Alberto Leite – Diretor-Executivo e Publisher da IT Mídia S.A.

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Geração Y e o Mercado de Trabalho

Por Francisco Albuquerque

Tive a oportunidade de participar ontem de um evento sobre a Geração Y e o Mercado de Trabalho na Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

O Evento foi aberto aos alunos da Universidade e público interessado no assunto, e contou com a presença de grandes profissionais da área de Recursos Humanos como Eline Kullock, Presidente do Grupo Foco e Marcelo Gonçalves, Diretor de Operações e RH da Terco Grant Thornton Auditoria e Consultoria.

Fabiano Caxito iniciou o evento apresentando os participantes ao público presente e em seguida a palestrante Roberta Medeiros, Fonoaudióloga especializada em treinamento e desenvolvimento empresarial, assumiu a direção com sua palestra. Roberta Medeiros abordou em um bate papo bem descontraído e criativo via “MSN Messenger”, as principais características dos membros da Geração Y.

Na sequência Anderson Cavalcante, sócio da Editora Gente e Autor dos livros “O que Realmente Importa”, “As Coisas Boas da Vida”, “Meu Pai meu Herói, entre outros, abordou de forma simples e tocante os temas de planejamento de vida e carreira, focando principalmente na conscientização e significado do que é Missão de Vida, Visão e Valores.

Ao término das palestras um debate muito interessante esquentou o evento. Rosana Tanus Jornalista e Editora da Revista Você S/A intermediou o debate que teve a participação de Vitor Brunoro e Francisco Albuquerque (representantes da Geração Y), Eline Kullock e Marcelo Gonçalves (área de RH).

Os assuntos abordados foram: planejamento de carreira, perfil e aceitação da geração y nas empresas, comunicação, conflito de gerações, entre outros.

O público saiu bastante satisfeito ao término do evento, que foi considerado de grande sucesso pelos seus organizadores.

Esperaremos o próximo!

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